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ALVA

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Formada em 2007 por quatro sujeito com alta quilometragem na cena roqueira de Joinville(SC).
A banda fez uma opção clar e, de certa forma, corajosa: focar em idéias própias, transformá-las em música e gravar um disco com mais alto grau de profissionalismo possivel.

O projeto se concretizou e nasceu "Saudade do Futuro". Não há nada irônico, pois o disco aponta pra um futuro brilhante que deixará saudades um dia.
Por outro lado, o quarteto voltou-se pra trás na hora da gravação. Escolheu o Estúdio Solo de Curitiba, único do Sul do Brasil que dispões de plataforma de gravação analógica, capaz de registrar com
máxima fidelidade o som dendo, volumoso e repleto de detalhes das canções.

O ponto de partida é o Hardcore cerebral a la Fugazi, com riffs matemáticos do Helmet e muitas dissonâncias recolhidos pelo caminho. O trajeto se estende por retratos poucos amigáveis das relações humanas ("Não há volta, não há chance/não há concerto, não há nada/ Diante dessas circustâncias, te sugiro que desista"), com resultado que chegam perto da opressão, como em "Acordei Bemol/Diminuto" e "Desista".


Dito assim, até parece que o Alva é formado por quatro engenheiros que fazem Rock'n'Roll com réguas
e calculadoras em vez de instrumentos. Pois saibam que não há um risco calculado, certas contas parecem
não fechar, mais o impacto é preciso.
São quebradas rítmicas vertiginosas, o piano e cordas na instrumental "Nimbo", o acento pop de "Auto-exílio", a interferência jazzistica em "Dançando sobre Abismo", a balbúrdia sônica de "Devaneio", a delicadeza quase barroca de "Coragem", esta, aliás, exemplo máximo da capacidade melódica da banda,
seja em meio pancadas, seja entre afagos.

Com o disco na praça o Alva começa a criar personalidade no palco, o que não deverá ser dificil diante da experiência dos caras e o material que eles têm nas mãos.

"Na verdade, o maior problema do Alva está justamente no futuro: como superar uma estreia tão impressionante?



A banda:

Rafael Simath (guitarra e vocal - ex-Butt Spencer)
Jean Douat (guitarra, ex-Fell)
Lucky (baixo - Sanchez)
Thiago Fiuza (bateria, - ex-Tomento dos Vizinhos)

http://www.alvasounds.com.br/

http://www.myspace.com/alvasounds


Alva - Deixe Sangrar by gramofone
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Cerveja Gratis


A BANDA CERVEJA GRÁTIS :: 600W - Malte MPB - Sabor ROCK é formada por músicos com várias influências sonoras e inseridos no roteiro musical da grande Florianópolis há muitos anos. Gostam e já executaram diversos estilos.
Agora, reúnem-se para reler musicalmente o repertório de clássicos da MPB, que conta com compositores como Vinícius de Moraes, Tom Jobim, Chico Buarque, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gonzaguinha, Toquinho, entre outros.
Assim surgiu, em fevereiro de 2008, a Banda CERVEJA GRÁTIS, fazendo essa releitura e criando versões exclusivas, com arranjos próprios da música desses grandes compositores e intérpretes, transportando-as para o mundo do ROCK’n’BLUES PROGRESSIVO. Tudo isso com o maior respeito ao “lúpulo” da música original.
A banda vem buscando uma sonoridade cada vez mais apurada e, para isso, dedica-se ao máximo no aperfeiçoamento de seu repertório, o que pode ser apreciado a cada show. Na nova fase da banda estão surgindo composições e arranjos de canções próprias.

Além do projeto Clássicos da MPB em versões RockBluesProgressivo e canções próprias a banda também tem em seu repertório sucessos nacionais e internacionais pra embalar as noites de casas noturnas e de grandes festas.


E-mail:bandacervejagratis@hotmail.com

ntegrantes:
Emerson Passos (Bateria)
Carlinhos Lear (Guitarra e Voz)
Luisa Claire (Voz e Guitarra)
Nefferkutu (Baixo)
Myriam Marques (Backing vocal)

Contatos para Show:(48) 84563099 Myriam ou (48) 84147172 e (48) 32345005 Myriam ou Emerson

MySpace com novas gravações: http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewprofile&friendid=406247343
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Guto Grandi



Músico sempre presente nas noites Belorizontinas, Guto Grandi já participou de diversas Bandas conhecidas do público mineiro. Hoje está apostando na sua carreira solo no Sul do país, morando em Florianópolis/SC desde Outubro de 2005 !! Gaitista de ampla visão , desenvolveu uma maneira bem particular de tocar seu instrumento, atuando em diferentes segmentos da música, como a Pop Music, o Rock e o Blues , o que foi bem retratado na primeira gravação da Banda TRINCA DE ASES (Gravado em 2004). No ano de 2000, Guto estudou com um dos maiores Harmonicistas do Brasil, Marcelo Batista, atual responsável pela afinação das harps. Utilizando um Amplificador Fender (Champ 12) valvulado, Vamp 2 para efeitos e microfones especiais, sua sonoridade pode ser facilmente reconhecida. Sempre dando preferência a sonoridades agressivas , o gaitista mineiro está cada vez mais inclinado para o Rock’n Roll, onde frases rápidas e distorções são cada vez mais freqüentes; o que pode ser conferido no último trabalho do Trinca de Ases , gravado em 2005, que leva o nome de “Trinca de Ases featuring Guto Grandi” , um disco recheado de notas e frases precisas, onde distorção e limpeza são trabalhados com cuidado, trazendo uma diferenciação de timbres bem interessante; provando que a tradicional “gaita Blues” pode ser bem utilizada em outros estilos. O Cd, infelizmente só lançado no Sul do País, conta com partições especiais de nomes conhecidos como CHICO AMARAL (Compositor e Saxofonista do Skank) no Saxofone e tem 15 faixas, sendo 7 composições próprias e 8 covers (1 faixa instrumental). Os efeitos foram aprimorados no Vamp 2 e a variação de timbres ficou mais acentuada ainda. A Harmônica Cromática foi utilizada em algumas faixas, o que também demonstrou versatilidade e criatividade nos arranjos. O CD pode ser na "SINTONIA CD" (Centrinho da Lagoa da Conceição). Em Março de 2008, juntamente com o grupo Andiró, o gaitista mineiro faz uma experiência inserindo a harp no universo da música eletrônica e disponibilizando os MP3 na internet. O Trabalho leva o nome de “Andiró apresenta Guto Grandi”. Continuando no Eletrônico, o harmonicista acaba de gravar em Florianópolis com o DJ Junior Vibe a música Tokyo Midnight e dando início ao "HARP TECH PROJECT", que também conta com Marcelo Gasparini no Baixo e percussão ! O Trabalho foi disponibilizado gratuitamente aqui no myspace e no site do Bandas de Garagem. ***


Contatos : (48) 3206-0500 ou 9623-0068 *** "OUTRO SITE" : www.purevolume.com/gutograndi
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Arrogantes


Uma das bandas de Punk Rock de Jaraguá do Sul com maior tempo em atividade. Considerada uma das principais bandas do movimento Punk na região, os Arrogantes tem consciência de sua trajetória. O grupo continua se preocupando com a melhoria da sociedade ao escrever suas letras sérias, mas sem deixar de lado o bom humor em algumas de suas músicas. Teve início no final de 2002 quando Mira (baterista) e Beto (guitarrista), decidiram levar a sério o sonho de montar uma banda, mesmo sabendo as dificuldades que teriam pela frente.
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Verano


Inspirada pela já consagrada fusão entre folk, country e rock, a Verano é uma banda de harmonias simples e melodias tocantes. A proposta surge em 2005 com um violão, um órgão e a influência de canções como as de Will Oldham, Gram Parsons, Mojave 3, Johnny Cash, Songs: Ohia. Tempos e pessoas depois, os temas singelos esboçados pela dupla se transformam em belas músicas com a adesão, em meados de 2006, de novos integrantes. O grupo explora com habilidade a simplicidade das composições, o que resulta em canções diversificadas, mas sempre com um forte elemento em comum. O que essas intencionalidades podem produzir já foi conferido por todos aqueles que, na curta história da banda, assistiram aos shows da Verano ao lado de grandes nomes do cenário local e nacional, como Superbug, Charme Chulo, Bad Folks, Ambervisions, Supercordas, Killing Ana, Repolho, Instiga, Marcelo Mendes & Os Bacanas, Maltines e Ursulla, entre outros. A banda tem hoje a seguinte formação: Tiago Vekho (violão, guitarra, harmônica e vocal), Maiza de Lavenère Bastos (violão, violino, guitarra, órgão, piano e vocal), Luiz Cudo (Órgão, piano, escaleta, guitarra e backing vocal), Roberto Saraiva (baixo) e Marcio Silva (bateria), já tendo contado com Juliana Barbi (produtora Polifônica) nos vocais e violão e Daniel Pfeifer na bateria.


Membros da Banda: Tiago Vekho (guitar, mandolim, harmonica and vocals)

Maiza (acoustic guitar, organ, guitar, violin and vocals)

Luiz Cudo (organ, piano, guitar, melodica and backing vocals)

Roberto Saraiva (bass)
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Parachamas



A banda, foi formada na cidade de Blumenau em 2006, nunca se preocupou com rótulos e estilos, pelo contrário, sempre buscou mesclar o maior número de (boas) influências possíveis, passando pelo rock alternativo, ska e powerpop alcançando uma sonoridade “popular” e “agradável” sem perder o “peso” underground.

Criatividade nos arranjos, letras um tanto quanto despretensiosas, uma cozinha de metais e muita energia no palco fizeram com que a banda atraísse os olhos da mídia para si, tornando-se uma das referências do rock independente de Santa Catarina.

Nesta ainda curta, porem já vitoriosa caminhada a banda dividiu palco com grandes nomes do rock nacional como Moptop, Autoramas e Tequila Baby, participou de grandes eventos como o 1º Floripa Noise Festival e com a Tour 2008 de lançamento do EP “Bem Vindo” fez mais de 30 shows, além de uma excelente participação no programa Cachorro Grande Procura - um Reality Show da MTV Brasil.

2010 chegou com mais conquistas, a banda continua mantendo uma rotina de bons shows e 
partiu também para a produção do segundo EP "Volte Sempre", dessa vez contando com a 
participação de James zoschke (banda Madeixas). Este trabalho chegou em junho com 7 
músicas e como a melhor gratificação que uma banda pode ter, o reconhecimento do público.

Falando um pouco sobre este Ep, a banda procurou manter a mesma simplicidade de sempre, o 
que resultou num trabalho muito mais "orgânico", mantendo a criatividade e valorizando 
sempre os detalhes de seus arranjos. Sem dúvida nenhuma o resultado foi excepcional e 
comparavel a qualquer banda de grande porte. -"Nós optamos por uma masterização com 
compressão mais leve, para que estes arranjos e detalhes não se perdessem em meio as 
guitarras distorcidas e vocais gritados" (Parachamas).



Até o final de 2010, o Parachamas decola com destino a São Paulo. Em busca de novos 
horizontes e metas, a banda busca um maior reconhecimento de seu trabalho e também dar 
inicio a um álbum Full.


Algumas influências do Parachamas são bandas como: The Skatalites, Cut Copy, The Cure, 
Might Might Bosstones, The Smiths, Nada Surf, Death Cab For Cutie, Mika, The Medic Droid, 
Midnight Juggernauts, Madeixas, Violins, Dead Kennedys, Mogwai, God Is An Astronaut, 
Sigur Rós, Libertines, Restos de Nada, Supergrass, Móveis Coloniais de Acajú, Joy 
Division, New Order, Constantinopla, "e só não pode faltar emoção".

Influências: Joy Division, New Order, The XX, Radiohead, Shiny Toy Guns, The Libertines, The Skatalites, Supergrass, Móveis Coloniais de Acajú, The Posies, Foo Fighters, Mad Caddies, The Specials, Less Than Jake, Los Hermanos, Teenage Fanclub, Nada Surf, Pixies, Cut Copy, Might Might Bosstones, Death Cab For Cutie, Midnight Juggernauts, Madeixas, Mogwai, God Is An Astronaut, Sigur Rós, Restos de Nada, Therapy?, The Cure, The Smiths, Rush, Pink Floyd, Bad Brains, Dead Keneddys, Fischerspooner, Front242, Bauhaus, Postal Service, The Killers, Belle & Sebastian, Violins, The Smashing Pumpkins, The Exploited, Mazinho da Silva... "e só não pode faltar emoção". 

Formação Atual:
Alexandre M. - Vocal e Guitarra
Alex - Bateria
Boka - Baixo e Vocal
Beto - Trombone de Vara, Trompete e Sintetizador
Links:
http://www.parachamas.com.br
http://www.myspace.com/parachamas
http://www.fotolog.com/parachamas
http://www.formspring.me/parachamas
http://www.twitter.com/parachamas


Confira a matéria sobre a banda por Grãmofone Group: http://www.gramofonegroup.com/2010/09/os-sons-que-vem-do-parachamas.html
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Calvin



(Esperando Release da Banda)
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GuBaS & Os Possíveis Budas


Gustavo Barreto, ou Gubas, é cantor, compositor e guitarrista. Músico experiente e reconhecido na cena local por seu carisma e sua marcante presença de palco, além de uma performance vocal de altíssima qualidade, já participou de vários grupos, como Phunky Buddha, Superfly e Groove Ltda. Apresentou-se em diversas casas de show do Sul do país e interior de São Paulo e tocou ao lado de músicos de renome nacional como Cláudio Zóli, Luiz Carlini, Paulinho Moska e Wilson Sideral. Também abriu shows de artistas consagrados, como Skank, Barão Vermelho, Gabriel Pensador, Ira, Charlie Brown Jr. e Dazaranha. Em 1999 gravou o CD “Phunky Buddha” e participou do CD “Projeto 12:30”. Em 2000 foi vencedor da etapa regional de Florianópolis do “Iº Festival de Música do SESC” e em 2004 estreou seu trabalho solo na coletânea “Café Cassol Hits”. Agora, ao lado dos “Possíveis Budas” Maurício Alves (bateria), Marco “Nego” Aurélio (baixo), Diego Carqueja (teclado e backing vocal), Thais Santos (backing vocal) e André F.M. (percussão), Gubas apresenta um trabalho musical amadurecido e consistente. A sonoridade é baseada essencialmente no Funk dos anos 70, bebendo direto da fonte dos clássicos do gênero, como Funkadelic, Black Rio, e Curtis Mayfield, além, é claro, de Jorge Ben, Tim Maia e do pai do soul, James Brown. Mas em meio à Grooves e Levadas, pode-se perceber também outras influências presentes no som da banda, surgindo em boas doses de Rock e no tempero latino de ritmos como a Salsa e o Samba. As referências são diversas também nas letras. Vão desde quadrinhos, artes plásticas e cinema marginal, passando pela malandragem, o sexo, o amor e a sociedade, até viagens espaciais e mulheres de outros planetas, uma espécie de realidade fantástica que permite absolutamente qualquer parâmetro. Tudo isso, convive ainda com um romantismo sacana e malemolente que se mistura perfeitamente ao som refinado e envolvente que só os Budas sabem fazer. Livre de doutrinas, o nome da banda sugere o potencial que todo ser humano possui para alcançar sua iluminação, aquele momento único e puro que sentimos quando estamos entregues à dança. É isso que Gubas & Os Possíveis Budas pretendem, fazer você dançar, esquecendo a rigidez da mente através dos movimentos do corpo e deixando que a música guie seus passos... afinal, você também é um possível buda!
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Rufus


A Banda aposta no seu som próprio, que é uma fusão de estilos diferentes, resultando num instrumental que segue experimental sem deixar de ser sofisticado, encaixando muito bem com o sentimento que as letras tentam transmitir. Emocional sim, mas nunca chato, e nunca forçado. Os responsáveis por essas características são os componentes Helon Borba na guitarra e voz, Eduardo Zarur no baixo, Claudio Bernardes na bateria e Leonardo Tika na outra guitarra. Todas as composições da Rufus são em português, incluindo uma versão criativa de "Quem Sabe" da banda Los Hermanos, com um arranjo completamente diferente da versão original.
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DELAMACK


A Dellamarck inicia suas atividades em maio de 2006
com integrantes e ex-integrantes de bandas ativamente participantes da cena independente nacional há mais de 10 anos.

Da banda B-driver vieram o guitarrista Rodrigo Tart, o baterista Clive Mund e o guitarrista/vocalista Gustavo Meira; da banda Gizmo, o baixista Bruce Bareta.

A banda trabalha em um esquema 100% independente - os integrantes produzem todo seu material, gravação, mixagem, artes, fotos, site, tudo no Eldorado Infierno Estúdio, de propriedade do baterista Clive Mund.

Dois mil e nove. Quase três anos após sua formação, muitos shows, viagens e situações impublicáveis, inúmeras gravações, pré-produções, imprevistos e contratempos, é lançado o primeiro registro oficial, o EP entitulado "O Próximo Passo Vol 01". Junto com ele vem o vídeo da música "Gatilho", produzido pelos talentosos irmãos Gabriel e Dimitri Sândalo da produtora de áudio e vídeo Oitavo Estúdio. O rock em todas as suas vertentes, a arte, conquistas, fracassos e tragédias pessoais, foram alguns elementos que impulsionaram e mantiveram esses quatro irmãos que a vida escolheu e colocou juntos nesta bagunça que se chama Dellamarck. Após o lançamento, no dia 06 de abril, do Video Clip e do EP "O Próximo Passo. Vol 01" serão lançados os volumes 02 e 03 a cada dois meses.

Fone para contato :(48)3225.0274
Link:www.dellamarck.com
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CANELA BRASIL






Site: www.canelabrasil.com

Myspace: http://www.myspace.com/canelabrasilsc

Profile Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=13956391855009514322

Comunidade Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=3127510

Vídeo no Youtube (Canela Brasil - Quando Eu Parti): http://www.youtube.com/watch?v=V2bwzW5gv0g

Vídeo no Youtube (Canela Brasil - Cover, Bob Dylan): http://www.youtube.com/watch?v=TPAjE1IuiZs

Vídeo no Youtube (Canela Brasil - Cover, Raul Seixas): http://www.youtube.com/watch?v=IwWU03SX4MQ

Vídeo no Youtube (Canela Brasil - Aqui ou Lá): http://www.youtube.com/watch?v=-QeqwJjl-PI
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KARA DURA BLUES BROTHERS













Na estrada desde 2001, o KARADURA Blues Brothers mescla o Rock’n Roll com as principais linhas do Blues, criando um som envolvente e independente, dançante e com muita improvisação. Com os shows e composições marcadas sob a forte influência de Stevie Ray Vaughan, Hendrix, Walter Trout, entre outros, acompanhou por mais de 3 anos o mago da guitarra Celso Blues Boy, gravando inclusive um CD inédito do artista. A parceria findou, e o KARADURA lançou seu primeiro trabalho com músicas que já são sucesso para quem acompanha a carreira da banda como Calcinha, Papel de Parede, Blues na Veia e Open Bar. Vale também o destaque para o blues de Look at Me, My Girl e Vai ser Moleza, que fez parte da programação das principais rádios do sul do país em 2004. As novidades são 'Mulher Ingrata' e 'Larica Total', que vem caindo no gosto daqueles fãs do Blues e Rock'n Roll. O show é composto por músicas da banda e releituras de clássicos de grandes bluesmen, em 2 horas de muita energia, destacando a infernal performance de um power trio.
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TIJUQUERA

Um forte mergulho nos ritmos brasileiros marcou, nos anos noventa, o aparecimento de artistas e bandas que resgataram a nossa identidade cultural. Difundindo de forma muito original os velhos grooves nacionais (como o samba, baião, maracatu e outros), essa nova MPB também fez surgir em 1994 - no sul do país, mais precisamente no bairro do João Paulo em Florianópolis, uma banda que apresenta um formato puro dessas tendências, cantando a natureza, eventos do mundo e do homem contemporâneo. A essa banda, foi dado o nome Tijuquera, fazendo alusão a um tal tio Juca (que é conhecido no bairro por Juquera).
Cd..1 Inoxsambágua (2000)
A banda deixa clara a influência da cidade natal, Florianópolis. Canta as belezas da natureza, da vida à beira mar, do amor de quem contempla essa imensidão de água salgada. A percussão presente, mas ainda tímida. Um disco brasileiro acima de tudo.
Cd..2 Os Deuses Não São os Homens (2004)
No segundo, já com alguns anos de estrada, o som pesado de quem já viveu experiências bem mais desafiantes do que tocar para os amigos. Experiências essas adquiridas quando com o primeiro cd embaixo do braço, a banda troca Florianópolis por Rio de Janeiro. Foi no ano de 2000. Lá divulgam o trabalho, fazem shows não só em terras cariocas, mas também em São Paulo. Foram muito bem-recebidos. E por causa da boa recepção a prefeitura de Paris convida a banda de Floripa a participar do festival de música brasileira que acontece todos os anos lá, a Fête de La Musique. Eles participaram não só de um, mas de dois, por dois anos consecutivos. Depois disso e vivendo no Rio ainda resolveram gravar o segundo cd. E mais uma vez a Tijuquera foi transparente. Com produção de Carlos Trilha. O disco mostra a leitura dos meninos do sul para essa nova realidade que estavam vivendo. O cd chegou mais pesado, com letras que questionam o comportamento humano, as diferenças. Não esqueceram as raízes, mas já não eram mais só aqueles músicos do bairro João Paulo. Com o cd gravado e lançado no Circo Voador no Rio, eles voltaram para lançar o cd na terra natal. Receberam boas críticas dos jornais do sul e também em jornais cariocas. Mas este segundo trabalho foi bem mais além. Ganharam uma reportagem especial no Jornal Hoje, da Rede Globo, participaram, por três verões consecutivos, do programa Câmbio MTV, gravaram dois clips O Céu é mais Além e Eu direi Tu. Os dois video clips foram mostrados também na Feira da Cultura Brasileira, em Londres, onde receberam inúmeros elogios. O CD foi tocado em Portugal, na Rádio Tropical FM. Ufa! A Tijuquera já não era só uma banda de Floripa. E com toda essa bagagem resolvem voltar pra terra natal, comer tainha assada, camarão, pirão dágua e fazer música. Daí surgiu a expressão MPB com peixe Frito. E que coisa boa!
Cd..3 Quem quiser é isso aí...Tijuquera (2006)
A banda Tijuquera chega no terceiro CD com uma experiência musical de quem vive o amor pela música. Gostam do que fazem e ponto final. Reuniram toda a bagagem musical acumulada nas gravações dos outros dois cds, shows, viagens, desafios e chegaram a um estágio de poder afirmar: somos isso aí...
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Balanco Bruxólico









A banda bebe do rock e do funk, em suas mais diversas fontes, adicionando também generosas doses de samba e brasil. Nas apresentações, o fruto autoral dessa mistura se une a covers e trabalhos de releitura das principais referências, tais como Chico Science & Nação Zumbi, Tim Maia, Vinícius de Moraes, Red Hot Chili Peppers, Jimi Hendrix e The Clash.

Com dois anos de existência, mas a libido de uma adolescent, corpos sedentos e também de beber. Mostram shows incendiários e, primando pelo final feliz. No final de 2007 marcaram presença nas finais do II Rally de Bandas realizado pela Fundação Franklin Cascaes; já em principio de 2008 veio a classificação para as eliminatórias do II Festival de Música e Integração Catarinense (FEMIC); 2009 se inicia com uma incursão ao sul do estado em participação no Grito Rock Criciúma, onde a banda começa a mostrar sua nova cara lançando um convite aberto para horizontes desconhecidos através das mais recentes composições.
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The Headcutters


A banda THE HEADCUTTERS (ex OnTheRocks) de Itajaí – SC, é considerada uma das mais renomadas bandas de Blues do Brasil. Com o timbre e a sonoridade dos anos 40 e 50, segue a linha das lendárias gravadoras de Blues de Chicago daquela época.

A banda mudou de nome por motivos de registro, e o novo nome vem como uma homenagem aos grandes ídolos do Blues, Muddy Waters, Little Walter e Jimmi Rogers que no começo dos anos 50 eram chamados The Headhunters...THE HEADCUTTERS, vem como uma alusão a estes grandes mestres que são a grande fonte de inspiração da banda.

Com shows contagiantes, muito carisma e performances empolgantes, a banda vem conquistando o público por onde tem passado. Tem como formação Joe Marhofer na harmônica e vocal, Ricardo Maca na guitarra e vocal, Arthur “Catuto” Garcia no contra-baixo acústico e Leandro Cavera na bateria.

A banda já participou de vários festivais de Blues e também já produziu shows e dividiu o palco com várias feras do Blues Nacional e Internacional como: Phil Guy (irmão de Buddy Guy) Eddie C. Campbell, Gary Smith, Billy Branch, J.J. Jackson, Lynwood Slim, Donny Nichillo, Igor Prado, Blues Etílicos, Sergio Duarte, Marzio Lenzi entre outros. Em fevereiro de 2005 a banda lançou seu primeiro CD demo intitulado “The first session”, em novembro de 2005 lançou seu 2º CD chamado “Hard Times”, e atualmente a banda trabalha em sua mais nova gravação, toda em rolo de fita, gravado no Museu de Itajaí, tentando resgatar os moldes das gravadoras dos anos 40 e 50. Disco este que promete ser o melhor da banda. Grande sonho realizado, gravado do jeito que sempre foi almejado ou seja, com a verdadeira cara da banda.

Com aproximadamente 8 anos de estrada a banda THE HEADCUTTERS tem muito orgulho em representar este ritmo irresistível que agrada a todas a gerações durante décadas no mundo inteiro.
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Ursulla

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Vacine















O Vacine existe desde 1994, tendo estabilizado a sua formação somente em 2000. Entre 98 e 2000 a banda lançou 2 demo-tapes> Vacine/98 & Cigarrazunidos/99, um single intitulado Fossil Heart (tiragem super limitada), 2 músicas incluídas na
coletânea "Em Órbita"(99-Estelar Records), só com bandas alternativas brasileiras (Brincando de Deus, Vellocet, Astromato, entre outras) e, mais tarde, na coletânea "Controle" (Estelar Records-2000), com a música "O Eremita"
A banda teve passagens discretas por locais do underground brasileiro, e nunca parou de tocar ao vivo onde pudesse. Vêm divulgando o seu novo álbum I e sons através de shows e da internet.





www.vacine.euro.tm
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Bela Infanta















Influenciada pela fértil decada de 80, a banda Bela Infanta tem uma sonoridade um tanto peculiar. Teclados sutis em uma determinada medida climática; baterias com um levadas simples que, no entanto, se tornam singulares; arranjos de contra-baixo com levadas melódicas que se moldam com uma guitarra tocada de forma simplista acompanhada pelos efeitos dos pedais analógicos... Essa é a fórmula que reproduz a ambiência de suas canções...
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Kinho Surf Music













Um apaixonado pela musica e pelo mar. O que levou a gravação do cd "Filosofia : Surf". Levar as boas energias através da música a este público tão especial que sabe o verdadeiro valor do respeito entre os seres e a natureza. Um grande abraço e muita paz!
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Cortina de Folhas














Fundada na decada de 90, a Cortina de Folhas passou por muitas mudanças em sua formação, e sobreviveu a diversas crises de existência.
Mas a persistência prevalece até hoje, e a banda já se prepara para gravar seu segundo disco, totalmente independente, preservando a originalidade da banda.

Um fator interessante na banda são as diferentes influências que cada músico traz ao grupo, e dentre elas estão bandas como AC&DC, Rush, Pearl Jam, Rolling Stones, Paralmas, Red Hot, e outras.
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No Regrets















Traços fortes de punk e rock, movimentam o som da nossa banda, não temos um estilo de música especifico, misturamos varias coisas, não dá pra rotular.. é meio que um rock emotivo.

Devido a falta de vontade ou de dinheiro, não temos nenhuma música gravada profissionalmente, apenas com camera digital, mais dá pra ter uma idéia.


Fone: (47) 8804-9426
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Setor Vermelho













Banda Setor Vermelho tem um trababalho com músicas que vão desde ao protesto até a mais pura declaração de liberdade!


(aguardando maiores informações da banda)
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Arueira






O Grupo Arueira, de Joinville, leva de Norte a Sul de Santa Catarina o encanto e o sabor da boa Musica Popular Brasileira. Com o objetivo de popularizar a boa musica nacional, o grupo Arueira leva o sabor das perolas Nacionais de grandes nomes, tais como Alceu Valença, Caetano Veloso, Chico Buarque, Zé Ramalho, Gilberto Gil, Belchior, Lenine, Zeca Baleiro intercaladas com o tempero das composições proprias como Ciranda de Maria, Pé de Chinelo, Maria Fumaça, Tribos e Credos, Folia de Guedes, canções estas vencedoras de diversos festivais pelo Brasil a fora, como os de Maringá, Ilha Solteira, Florianópolis, Paranavaí, dentre outros. "Apresentar toda a riqueza da musicalidade e dos ritmos do Brasil é o nosso objetivo" ressalta Dentinho, vocalista do grupo que já participou do Projeto Pixinguinha, do programa H da rede bandeirantes, do Circuito Banco do Brasil, Circuito Cultural banco Itaú e o premiadíssimo Projeto nos Trilhos da Estação. A forte influencia dos ritmos reconhecidamente brasileiros fica evidente atraves da formação atual da banda, que conta com Dentinho no vocal e violão, Formiga no contra- baixo, Jorge Pires - flautas, Jackson Araújo - piano. sanfona e teclados, Jonas Nascimento - percussão e bateria, Marcos Muni - violões e guitarra e Newton Grande - percussão, já está na estrada desde 1995. A interação dos ritmos brasileiros é evidente, haja visto que Dentinho já é reconhecido no meio dos festivais de Musica Popular Brasileira como um dos mais importantes compositores de Santa Catarina na atualidade, representando o nosso estado e a cidade de Joinville Brasil afora. Respeitado e premiado, Dentinho consegue manter sua essencia genuinamente popular, mantendo uma vasta agenda de shows, sejam eles nos tradicionais teatros, sejam eles nos mais badalados bares e casas de shows, ou em eventos fechados, como também de eventos populares como a recente reinauguração da belissima estaçao ferroviária de Joinville, onde aliás, uma de suas composições, serve de belo fundo musical na apresentação da historia da estação, retratada documentário produzido pela Fundação Cultural e disponivel na estação.


www.myspace.com/grupoarueirajoinvillesc
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Circus Musicalis


















O Circus Musicalis é uma companhia de arte contemporânea que concilia a música e a representação visual criando um espetáculo envolvente, repleto de vida, cor, luz, sombra e dança.
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Casa de Orates








A Banda Casa de Orates nasceu em 2003, na cidade de Itajaí. Suas composições são marcadas pela influência do Jazz, da música brasileira e latina em geral, da música medieval, do rock progressivo, englobando ritmos variados em uma só proposta. As músicas partem de uma visão sonhadora, lúdica e filosófica. A Casa iniciou sua jornada artística ao passar musicalmente os sentimentos dos componentes do grupo, buscando nos sonhos inspirações para suas composições.

O nome da banda surgiu a partir da idéia do livro “O Alienista” de Machado de Assis. Trata-se de uma crítica machadiana ao cientificismo predominante no século XIX. Ele aborda a exposição de dramas psicopatológicos vividos por aqueles que estão no poder, o Alienista resolve colocar todos da cidade no hospício para “curá-los”. Questiona o que é a loucura. De acordo com o dicionário, Casa de Orates significa Casa de Malucos, doidos. Júlio César Mendonça, historiador e baterista, explica: “Somos loucos não no sentido patológico da palavra, mas simplesmente no ato de permitirmo-nos sonhar, viajar e criar constantemente sem dar limites para imaginação”.
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Bandalheia















Apesar da primeira intenção, quando da fundação da banda, de fazer música pelo simples prazer de fazê-la, tocando para amigos em pequenas confraternizações, todo o músico ambiciona o sucesso e o reconhecimento de seu trabalho. Bandalheia, em seus sete anos de atividade, conseguiu criar um nome no cenário underground quase inexistente no início da década de noventa. Em certos momentos, conseguiu ser pop e obteve uma consagração regional que inúmeras bandas tencionavam, mas só quem faz rock and roll sabe explicar o quanto é difícil. Enfim, no ano de 1993, a trajetória da Bandalheia conheceu seu final.

Contar a história do Bandalheia é contar a história do rock em Urussanga, após meados da década de 80. O Rock and Rio de 1985 foi um marco para a maioria dos roqueiros brasileiros, contemporâneos ao evento. Esse fato, aliado ao desejo ardente de possuir novamente uma "banda de garagem", como nos tempos da juventude, motivou Gera Fornasa a voltar para suas guitarras, junto aos criciumenses Dite (bateria) e Walter (contrabaixo), para montarem o Bandalheia, em 1987.

Desde o início, o foco era as composições próprias. Portanto, em pouco tempo o primeiro LP já era gravado, sob o nome Otário, em 1988. Trouxe composições marcantes, como: "Abraçado num garrafão" e "Longe da Moto". Com "Abraçado num garrafão" desde o início virando hino da Festa do Vinho de Urussanga e a maioria das composições agradando quem comparecia aos shows, surgiu a necessidade de uma outra guitarra, para compor e "pesar" mais o som da banda. Então, Don Beto entra para a história do Bandalheia.

Os uruguaios Don Beto e Tato assumem a guitarra solo e o contrabaixo nesta segunda formação do Bandalheia, que mantém Gera Fornasa e Dite na guitarra base e bateria, respectivamente. Por influência de Don Beto, Bandalheia toma um rumo voltado ao jazz/country rock, assinando riff's ainda hoje inesquecíveis às composições clássicas da banda. Época também que Bandalheia tocou seus dois únicos covers, "Evil Ways" e "Oye Como Va", ambos de Carlos Santana. Apesar de agora a banda ter alçado um patamar superior de sonoridade e alcance de suas composições, realizando inúmeros shows em Florianópolis e Porto Alegre, além de participarem do hoje extinto, Programa do Bolinha, à época exibido em cadeia nacional, ninguém perdera a foco: músico que é músico, sempre é músico, tocando em qualquer lugar e para qualquer público.

Em 1990, Bandalheia tem sua terceira formação. Desta vez com Gera Fornasa na guitarra base, Marcinho na guitarra solo, Morteu no contrabaixo e Adal na bateria. Influenciada pelas linhas pesadas de Marcinho, Bandalheia torna-se mais hard rock, com seu novo guitarrista solo dando uma roupagem mais distorcida aos riff's criados por Don Beto. O segundo LP, gravado em 1991, sob o título de Correndo Perigo, trouxe canções como "Aspirações", "Sob Pressão" e "Garrafão II". Nessa terceira formação, com a produção de Paulo Fedrizzi, as apresentações nacionais do Bandalheia continuaram: como o memorável show no Circo Voador do Rio de Janeiro e a participação no concurso Escalada do Rock, com chegada à semifinal, onde os finalistas restavam credenciados a tocar no Rock in Rio.

A partir da terceira formação, a distância tornou-se a maior inimiga da Bandalheia. Como se não bastasse a banda desde sempre estar distante do eixo Rio - São Paulo, agora os músicos moravam muito longe uns dos outros (Urussanga/Porto Alegre), o que dificultava a reunião dos mesmos e seu entrosamento nos shows. Após a morte prematura de Marcinho, uma quarta formação foi necessária ao Bandalheia. Com Mrs. Dog na harmônica, Dadinho nos solos e Pinote na bateria, Bandalheia sustentava seu nome novamente em shows regionais, com a formação mais rock and roll clássico dentre as apresentadas, proporcionada pela harmônica de Mrs. Dog e os riff's de rhythm and blues da guitarra de Dadinho.
Em 2002, com mais maturidade, experiência e ecletismo musical, Bandalheia volta com nova formação, mas desta vez com o foco nos covers. Gera Fornasa (guitarra e voz), Zé Borça (guitarra e voz), Marcos Birolo (contrabaixo) e Bicudo (bateria e voz), ouviram desde a primeira apresentação, apenas para amigos, pedidos insistentes: "Toca Garrafão!", "Larga um Johnny Guitar!", "Toca Longe da Moto!", entre outras canções da Bandalheia. Com a saída de Zé Borça e a continuidade da banda, agora no formato "power trio", aos poucos algumas melodias da Bandalheia eram tocadas em shows pela cidade de Urussanga e municípios vizinhos, com participações especiais do guitarrista Ângelo, de Criciúma. Tal qual no início, em 1987, houve a necessidade de um guitarrista solo, que pesasse e enriquecesse a sonoridade da Bandalheia.

Então, Duda Trombim, guitarrista solo que cresceu ouvindo as composições da Bandalheia, vem selar a sétima formação da banda. Ampliados, e muito, os horizontes musicais da Bandalheia, através do profundo conhecimento musical de Duda Trombim, uma verdadeira revolução na sonoridade da banda foi promovida. Fato que aliado à diversidade musical de Bicudo e às linhas pragmáticas de rock clássico de Gera Fornasa e Marcos Birolo, que influenciam um ao outro desde a década de 70, criam um balanço nunca antes alcançado pela banda em suas músicas e novas composições.

Portanto, 2005 é o ano da mais completa formação da Bandalheia: Gera Fornasa (guitarra base e vocal), Duda Trombim (guitarra solo), Marcos Birolo (contrabaixo) e Bicudo (bateria e vocal). Bandalheia hoje é o somatório de uma história: que alia rock clássico, diversidade musical e conhecimento refinado de música, compondo seu estilo. Qual o rumo; qual o termo que identifique a sonoridade do Bandalheia após esta formação? Os integrantes fazem uma declaração despretensiosa: "Ela está apenas indo".

Paralela à última formação da Bandalheia, alguns movimentos de fãs surgiram: como a criação de uma comunidade no orkut pelos Piacentini Brothers (Eduardo e Tácio), além de uma página do Bandalheia na internet, tendo como webmaster Renato Bosa. Bandalheia percebeu que possuía uma geração de fãs que transcendia suas fases anteriores, que jamais tinham visto um show da banda, mas que conheciam todas suas canções. Motivo justo para comporem novas canções e regravarem antigas, dando a estas últimas, nova roupagem. Tudo isso compilado em um CD duplo, denominado Apenas Indo, fruto do trabalho de um ano da banda e que promete dar novo fôlego ao rock and roll do sul do Brasil.
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Fred Lee















A cara da banda é o Rock'n Roll Clássico, mas cada integrante tem sua peculiaridade e versatilidade, que vai do Pop Rock até a Música Instrumental e dessa fusão flui um som sólido, marcado pela cozinha densa de Tamanduá e Elvis, os solos psicodélicos de Marcio Viviani e a presença explosiva e contagiante de Musshoé.
Da lendária banda Portal da Cor, que por 13 anos esteve nos melhores palcos do sul do Brasil, formou-se a banda Fred Lee. Nasceu em Blumenau, no ano de 2002 e traz a qualidade de músicos com mais de 15 anos de estrada
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Rewolts















O nome da banda vem da união de três palavras:revolta+

watts+volts= REWOLTS.

O estilo de som da Rewolts,tem como base o heavy metal e o Hard Core,mas também mistura outras vertentes do Rock “n” Roll.

No começo de 2004 a banda gravou um cd demo com o título " Prisioneiro ",contendo 4 músicas,que também estão incluídos no CD oficial.



Em 2005 Vanfre e Defontes tinham um projeto paralelo chamado “Psicofonia”,participaram da coletânea Fuckkk com a música prisioneiro,gravada no estúdio The Magic Place (composição-Defontes e Vanfre)mas logo após o lançamento da coletânea a Psicofonia acabou!



Em 2006 a banda Rewolts grava o seu primeiro CD oficial,com 12 músicas próprias,no próprio estúdio (home estúdio) da banda.

Contato
e-mail do representante = vanfrelima@yahoo.com.br
rewolts@rewolts.net
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Ratones

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Uniclâs













Banda que conquistou grande público pelo seu carisma e diferencial, fazendo música com um misto de várias influências, mas com forte identidade musical.
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Tribuzana


















Tribuzana, surgida na cidade de Itajaí em 2004, vem atuando e divulgando sua música em diversas cidades da região, levando elementos como a mistura melódico-percussivo e um texto contundente. Um show que chama atenção pelo vigor, alegria, e pela maneira que abordam de forma universal os temas regionais. Tribuzana, que significa intempéries nos mares do sul.
As oficinas de MPB do Festival de Música de Itajaí serviram como ponto de fusão dos músicos: Vê Domingos (guitarra, violão e voz); Chico Preto (percussão e voz); Mário Jr (bateria e voz) e Nando Bittencourt (contra baixo). O resultado desse encontro, foram dois álbuns realizados através dos recursos da lei Municipal de Incentivo a cultura.

"Debaixo das Saias de Catarina" (2006), fruto de uma pesquisa fundamentada na obra do ativista cultural, professor e artista plástico Franklin Cascaes (1908 -1993). E o recente trabalho "O Balaio das Idéias" (2008), ambos adornados de benzeduras, rezas, bruxedos, ditos populares, brincadeiras de criança, magias e ritos, além de temas de consciência ambiental. Apresentam um rock-percussivo, com forte destaque na linguagem rítmica, suingados grooves de contra-baixo que se misturaram as guitarras contemporâneas.

Essa mistura chamou a atenção do Mestre de Percussão Dinho Gonçalves, que junto aos músicos Mário Jr e Chico Preto, desenvolveram um ritmo itajaiense batizado de água-pé-açú.



Contato:

Fone: (47) 9607 9060 - 8402 7177
bandatribuzana@hotmail.com
Site oficial: www.tribuzana.com.br
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Marujo Congumelo














A banda Marujo Cogumelo nasceu em julho de 2007, a partir de uma reunião de cinco amigos. Influenciada pelo rock n’ roll dos ’60 e ’70, a banda exibe suas performances nos palcos com muita energia, sendo visível o entrosamento. Em 2008 ganhou o prêmio de melhor apresentação em palco a partir do Festival Universitário de Inverno. No começo do ano de 2009, lançou o primeiro EP, contendo 5 faixas.

A banda Marujo Cogumelo é especialista quando o assunto é rock n’ roll. Além de expressar suas influências como Beatles, Rolling Stones, The Who entre outros grandes nomes das décadas passadas, a banda ainda explode em suas performances com músicas próprias. Usando altas dosagens de energia e vibração, a banda tenta trazer da melhor maneira ao público o verdadeiro espírito do Rock.


CONTATO:

marujocogumelo@hotmail.com

marujocogumelo@gmail.com
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Reino Fungi















Reino Fungi é uma Banda de rock brasileira, inspirada na música e no estilo de vida da década de 60. Do rock'n'roll dos Beatles à genialidade da Bossa Nova brasileira, da ingenuidade da Jovem Guarda à inteligência nada discreta da Tropicália e dos Mutantes, entre outros expoentes da música e da arte "sixtie". Mas se vamos conceituar para que você, leitor, se identifique ou entenda melhor a proposta da banda, temos que ir muito além dos anos 60. A inspiração musical da banda parte do seguinte raciocínio: "existem dois tipos de músicas, a boa e a ruim". A Reino Fungi adora música boa, independentemente da classificação musical que ela carregue. Entenda por música boa, aquela que quando começa vai direto a seu pé direito, fazendo-o martelar por debaixo da mesa, dominando o corpo todo em segundos, ou aquela impossível de se ouvir sem uma boa cerveja ou vinho, enfim... aquela que mexe com você. A Reino Fungi tem dois discos, o primeiro batizado de "REINO FUNGI" – de 2005, gravado na base do "1, 2, 3, vai!" – registrou o nascimento de todos os trabalhos e sonhos da banda. Também foi a descoberta dos processos de gravação e composição, tornando-se um retrato do início de tudo. O disco foi muito bem recebido no cenário catarinense e no underground de algumas capitais como Curitiba, São Paulo, Porto Alegre e outras cidades de seus estados. O segundo disco da banda, "REINO FUNGI E O CLUBE DO CHÁ DANÇANTE", de 2006, foi gravado com o lendário produtor Carlinhos Borba Gato, no Estúdio X-Quality, Zona Norte de São Paulo. O disco vem carregado de Jovem Guarda, e mostra bem a fase que os meninos viviam: encontros com os ídolos Roberto Carlos, Renato e Seus Blue Caps e a participação no programa Reporter Record – Tributo aos 40 anos da Jovem Guarda, entre outras coisas, foram a base para a composição do disco. Um trabalho muito elogiado, indicado ao Premio Dinamyte como melhor álbum rock 2007, pré-indicado ao Premio Tim de Música Brasileira de 2008, na categoria revelação. O disco ganhou dois vídeo-clipes, Sinto e Verão do Amor, que podem ser encontrados no YouTube e aqui no nosso Myspace. A banda está, neste momento, preparando coisas novas. Pretende fazer um terceiro disco, e exige que o registro continue na linha evolutiva, tanto criativa quanto musical. Então os meninos estão de corpo e alma nas músicas e na vida, buscando inspiração. Enquanto isso eles se divertem gravando as músicas do "CHÁ DANÇANTE" em outras línguas, como vocês podem conferir ali em cima. Além disso, Reino Fungi participa do projeto em homenagem aos 40 anos do ÁLBUM BRANCO, dos Beatles, com a música Mother Natures Song – gravada em Belo Horizonte, no estúdio Máquina da banda Skank. Deste projeto participam também grandes nomes da música brasileira, como Zé Ramalho, Zélia Duncan, Lobão, Flávio Venturini, Jerry Adriani, Marcio Greyck, Sylvinha Araújo, Pato Fú, Paulo Ricardo, Biquini Cavadão, Os Britos e Paulinho Moska. A Reino Fungi é mais ou menos isso, para saber mais, só visitando nosso Reino, ouvindo nossas músicas, indo aos nossos shows ou lendo as nossas camisas. Entrem e boa viagem...

http://www.myspace.com/bandareinofungi
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Sillen
















Com mais de 6 anos de banda e 1 CD lançado (Por Nós - 2006), após algumas reformulações, o Sillen retorna em 2008 com nova formação, e lança o single, intitulado "Até o dia que eu não voltar", em dezembro de 2008 Sillen entrou em estúdio novamente para gravar seu segundo single "Faces" que estará disponível ao público ainda em Janeiro. A banda ainda planeja gravar o segundo cd no segundo semestre de 2009.
A banda tem como objetivo fazer um som próprio e desprovido de rótulos, algo diferente do que já existe na cena.
As letras em português retratam desde situações vividas no cotidiano ate reflexões e criticas sobre as angustias, incertezas e atitudes repudiadas no dia-a-dia.
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Aerocirco















O ano era 2001, quando Fábio Della - vocalista e guitarrista - resolveu gravar algumas de suas composições no seu próprio estúdio, em Florianópolis, Santa Catarina. Seu primeiro aliado foi Henrique Monteiro, que veio para gravar as baterias nas canções. A eles se juntaram Hudson Cabala (guitarra), Paulo Sant' Anna (baixo) e César Moreno (teclados). Essa foi a formação que lançou, em 2003, o primeiro disco do grupo, auto intitulado Aerocirco. Um álbum de canções fortes, com melodias trabalhadas e arranjos cuidadosos que se tornariam o embrião do som aerocircense. Com o primeiro disco veio a participação em festivais como o Circuito Cultural Banco do Brasil e o Berçário Atlântida, dois festivais onde a banda saiu vencedora. O trabalho bem feito rendeu alguns clipes, que veicularam em canais como MTV e Multishow.

O segundo trabalho, O Som das Paredes (2005), marcou mudanças na banda. Com a saída do baixista Paulo Sant'Anna, César Moreno assume dupla função, fazendo também baixos eletrônicos no teclado ou tocando apenas baixo em algumas músicas. Já as novas composições mostraram uma banda escrevendo hits ainda mais certeiros, com uma melhor produção e um som ainda mais característico. Durante a divulgação deste álbum, mais trocas na banda. Sem os teclados de César Moreno, Jason Judson assume o baixo e as guitarras ganham mais força. Em 2006, o grupo participa da criação do Clube da Luta, agremiação de bandas autorais de Florianópolis, que alavancou a movimentação artística local.

Antes de lançamento do terceiro disco, mais mudanças, chegando na atual formação. Maurício Peixoto assume a guitarra e Rafael Lange o contrabaixo, compondo com Fábio Della e Henrique Monteiro a formação que muitos consideram como a melhor da banda até agora. Com essa formação o grupo lança seu terceiro e mais comentado disco, Liquidificador (2007), e aumenta consideravelmente seu currículo, participando de importantes festivais, como as edições de 2008 e 2009 do Planeta Atlântida de Santa Catarina, o Gás Festival de 2007 e 2008 e Grito do Rock, em Florianópolis em 2008 e Cuiabá em 2009. O clipe da música Ser Quem Sou, carro chefe do terceiro álbum, também teve veiculação em rede nacional, na MTV e Multishow, além de canais locais de vários estados brasileiros. Fora isso, o disco ainda teve boas resenhas em publicações nacionais como Folha de São Paulo, Dynamite e Rolling Stone.

Levando a fama de banda que não pára, o Aerocirco gravou e lançou em 2008 um disco ao vivo, registrando a catárse sonora de seus shows. O registro Aerocirco Ao Vivo na Célula mostrou a forte interação da banda com seu público e marcou para o grupo o início da distribuição virtual dos seus trabalhos. Desenvolvido pela própria banda, o site Panela Virtual (www.panelavirtual.com.br) é um novo modelo de distribuição virtual, funcionando através de senhas e garantindo a qualidade dos downloads para o público. O formato vem dando tão certo que outras bandas já se uniram ao Aerocirco no site. A divulgação deste disco, somada ao trabalho feito com Liquidificador levou o Aerocirco ao posto de banda mais comentada de Santa Catarina, com a repercussão do seu trabalho ecoando fora das fronteiras do estado, como as participação do grupo em programas da MTV, como o Jornal da MTV e Cachorro Grande em Busca da Fama e a participação no Tributo ao Álbum Branco, dos Beatles, ao lado de artista como Lobão, Pato Fu e Zé Ramalho.

Se 2008 foi dedicado à divulgação do trabalho ao vivo, 2009 já começou com novos planos. O single Não Me Leve a Mal, lançado em fevereiro deste ano, já mostra novos caminho pra banda. Com projetos de lançamento de um disco de inéditas ainda no primeiro semestre e da gravação de um DVD até o final do ano, o Aerocirco mostra que apesar de ser um veterano da cena independente brasileira, como foi apontado na revista Rolling Stone, ainda tem muita lenha pra queimar - e que o fogo está só começando.



www.myspace.com/aerocircooficial
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Fervereiro da Silva














"a receita é a mistura"...

O volume de experimentações passou pelo FUNIL durante seis meses com direito a improvisos e imprevistos. O resultado representa o que é o Fevereiro da Silva: seis jovens tentando criar música não-perecível. A fórmula dessa postura é deixar fluir costumes, manias, influências e comportamentos de cada integrante. A teimosia provoca gargalhada e lembra a antiga coleção de latinhas que remete aos Thundercats. Simples? Sim, a receita é a mistura.

FUNIL abre com Caixa Bomba, uma levada guitar que tira do bolso a harmônica para dialogar na contramão da linha reta da guitarra e torta do contrabaixo. Eis que surge o trombone com sua voz adulta para anunciar a calmaria e o vocal. Após uma declamação, o rock renasce com a pegada da bateria e por cinco ligeiros minutos há trocas de ritmos, acordes de metais, timbres de cordas vocais e um solo de guitarra bem-vindo marcado pela caixa-clara. O trompete e trombone anunciam o fim da canção. A letra não tem refrão e esse posicionamento se confirma nas outras músicas do FUNIL. Na seqüência FUNIL apresenta Tela. Música de acordes simples e letra curta. Com bastante suingue, a guitarra leva a canção por todo o tempo e, em uma única frase, o vocal pede o reforço de um coral de seis vozes. Mas logo fica solitário e, em dois momentos, é interrompido pelo trompete e trombone. O último encerra a música simulando uma mudança de afinação ao vivo. Você já se imaginou na pele de um objeto? É isso que a letra de Botina Muda sugere no FUNIL. O anúncio da batalha surge com a entrada dos metais acompanhados pelo tambor maior. Pausa instantânea e o rock aparece sem medo. A coragem é dissipada com uma quebrada inesperada de reggae que brinca de ser índio com uma quena – flauta de origem Inca. A suavidade termina rapidamente graças a uma melodia agressiva de metais que declama o estopim de uma luta de gladiadores. Paralelamente, o vocal dobrado em acorde sugere a continuidade da batalha, mas a guitarra estridente é levantada feito machado para fazer um talho na música, roubar a atenção e ir embora. A última música do FUNIL é a mais samba do Fevereiro da Silva. Combates deixa claro uma mistura relevante e sem receio. Até um surdo – instrumento de percussão – teve espaço dando um diferencial elegante para a canção. Começa no samba, vai pro rock com um entendimento mútuo entre o trompete e o vocal – encorpado por uma segunda voz triunfal. O trombone, falante desde o início, não passa para trás as agradáveis melodias do contrabaixo e a precisão da pegada da bateria. A quena aparece novamente para que o rock oriundo do samba leve a música para o suave final.





www.myspace.com/fevereirodasilva
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